Entrevista com Lúcio Malfoy

Bia Tonks: Olá, prezados leitores! Hoje, temos conosco aqui na redação, em pessoa, o eterno ajudante do Lorde das Trevas, o funcionário do Ministério da Magia mais cobiçado pelas mocinhas inglesas; sim, ele: Lúcio Malfoy!
*palmas por todo o saguão*
Lúcio: *acena com a cabeça*
B: Muito obrigada pela presença hoje, senhor Malfoy, é uma honra tê-lo aqui.
L: É mesmo.
B: *tosse* Eu peço desculpas pelas minhas vestes, eu acabo de voltar de Hogwarts.
L: Sem problemas... Embora, se fosse eu, teria vergonha de aparecer em público com essas vestes azuladas ridículas.
B: *aperta o braço da cadeira* *praticamente rosnando* Então, para começar, uma polêmica divertida: vêm sido comentada, nos anais da imprensa bruxa, a possível paternidade do senhor de uma famosa trouxa, Paris Hamilton, London Hilton, algo nesse gênero. O que o senhor tem a dizer a respeito?
L: Bom, eu posso afirmar que, se ela é trouxa, não é minha filha. Eu e Narcisa nunca conseguiríamos produzir um aborto, mesmo que tentássemos. Somos uma família bruxa tradicional. Mas eu imagino que essa senhorita deve ser muito bonita, por ter sido cogitada como filha minha.
B: *abafando a risada* Mffmfmf... Beem... Mffm... Desculpe-me...
L: Eu estava sendo irônico, criança. Como raios a senhorita entrou na Corvinal?
B: *olhar maligno* *irônica* Ah é? Muito irônico o senhor, então, senhor Malfoy. Ha. E para a SUA informação, eu nunca errei nenhum enigma para entrar na torre da Corvinal.
L: Ah, mas é claro, consigo imaginar... *suspiro* Santa ignorância... Prossiga.
B: *insere um extremo tom de desgosto na voz* Oh, sim, claro... Recentemente, a revista AraVogue publicou um artigo definindo o senhor como "a Fleur Delacour do lado das Trevas". O que o senhor acha disso?
L: Bem, foi realmente uma honra ser comparado a uma menininha de escola francesa que se importa mais em salvar o penteado que salvar a vida. Muito lisonjeiro.
B: Sério?!? *olhos brilham* *empunha a pena com entusiasmo*
L: *silêncio criptal*
B: Ah, ironia de novo... *abaixa a cabeça, desapontada* Oh, bem... O senhor foi acusado, há alguns anos, de ter colocado um artefato de magia negra no material de uma menina no primeiro ano. A afirmação prossegue?
L: Mas é claro que não. Eu já disse milhares de vezes que eu tropeçei numa prateleira daquele sebo em que os Weasley habitam e o livro caiu no caldeirão da sardentinha por acidente.
B: Hum... Então como o senhor sabe que caiu exatamente no caldeirão? *pensando* Fala que eu não devia estar na Corvinal agora, fala!
L: Eu já disse que falei tudo que precisava sobre o assunto. *empunha a varinha* Que parte dessa afirmação você não compreendeu?
B: *tremendo* Erm... Ach-acho que já está na h-hora de terminarmos. Né?!?
Loony, do fundo do saguão: Vocês ainda tem 15 minutos *faz uma carinha fofa*
B: *entre dentes* Muito obrigada, Luninha querida do meu coração.
Loony: Disponha, fofa ^^
Carol Fleur: *dá uma cotovelada na Loony*
Loony: Aaai!
B: *olhar maligno para Loony* *olhar agradecido para Carol* *olha assustado para Lúcio* En-então...
L: *guarda a varinha*
B: *suspira aliviada* Ahh... Então... Nos entremeios de Hogwarts, seu filho é conhecido por ser muito... popular entre as meninas da Sonserina. Seria ele como o senhor em seu tempo de escola?
L: Nãao, não, ele não chega aos meus pés... No meu tempo, até as sangues-ruins caiam por mim, mesmo eu as desprezando... Era mágico.
B: Termo bem apropriado.
L: Eu sei.
B: E o senhor escolheu a Narcisa dentre centenas de meninas aos seus pés, e no momento que seus olhos se encontraram você sabia que ela era a mulher de sua vida? *olhos brilham* * Carol e Loony suspiram ao fundo*
L: Erm... Na verdade, nós estavamos entediados numa aula de Tranfiguração e começamos a nos amassar pra passar o tempo, e acabamos gostando da coisa.
Carol e Loony: *capotam*
B: *¬¬* O primeiro que vier me falar do romantismo no tempo dos nossos pais leva a mão na cara. Bom, acho que ficamos por aqui. Muito obrigada, senhor Malfoy...
L: Disponha.
B:... e fiquem ligados para mais matérias do Pasquim! Até a próxima!

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